Não há como negar que a Mi Band 2, pulseira inteligente da Xiaomi, é um sucesso de vendas desde o seu lançamento, sendo um dos itens da fabricante mais procurados.
Além da sua qualidade de construção, o que mais atrai no acessório é, sem dúvida alguma, o seu preço baixo, custando apenas US$ 20 (aproximadamente R$ 64,00 sem impostos).
Porém uma falha gravíssima na sua construção pode pôr todo esse sucesso a perder, ainda mais com a proporção que vem tomando.
O problema em questão é que a Xiaomi Mi Band 2 não funciona muito bem em pessoas de diversas etnias como negros, índios, indianos, ou qualquer outra etnia que possui o tom da pele mais escura.
O que torna o problema ainda pior é que os usuários informados acima, para poderem fazer uso do acessório, precisam posicionar a pulseira em alguma parte mais clara da pele (muitos estão virando o sensor da Mi Band 2 para a parte de baixo do pulso), só assim conseguem utilizar a pulseira com mais precisão.
Até o presente momento a Xiaomi ainda não se pronunciou sobre o caso.
Respostas de 4
Bom, o sensor é delicado, e não detecta alteração em pele escura mesmo, foi uma grande falha eles não terem percebido um erro tão grave assim…
Mas espero que continue bom
Mentira. O sensor parou de funcionar após uma atualização no firmware… ou seja, NÃO é hardware…
Ah… por favor! Que título de matéria mais cheia de mimimi! Os caras são asiáticos! No mínimo foi por isso que o projeto não funcionou! Racismo? Quanta maldade no coração de vocês!